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UM MARCO PARA A HISTÓRIA DO TEMPO PRESENTE Carlos Ignacio
Pinto,
Danilo José Figueiredo e Gabriel Passetti carlos@klepsidra.net, danilo@klepsidra.net e passetti@klepsidra.net 4º Ano - História/USP terrorismo.rtf - 82KB |
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1 – Introdução:
Os acontecimentos do último dia 11 de setembro, reforçaram para nós de Klepsidra uma sensação de que realmente aquilo que defendemos como sendo História do Tempo Presente, que aliás recebe uma sessão exclusiva em nossa publicação bimestral, realmente existe (ao contrário do que alguns Historiadores afirmam). Esses acontecimentos mexeram, como não poderia deixar de ser, com todos os membros da revista. Porém, não nos foi possível publicar nada maior do que um texto sobre eles na nossa sessão de História do Tempo Presente da última edição. Isso porque, os atentados ocorreram exatamente no dia em que a edição entrou no ar. Carlos Ignacio Pinto escreveu tudo o que era possível escrever naquela sessão, naquele dia, no calor dos acontecimentos. Seis meses se passaram e uma nova edição entra no ar após inúmeros acontecimentos importantíssimos. Todos, sem exceção, estavam motivados em maior ou menor grau para escrever um texto sobre a História do Tempo Presente. Não seria possível, no entanto, escrevermos seis textos numa mesma sessão. Sendo assim, todos sentamos e resolvemos o que faríamos. Surgiu assim a idéia de escrevermos este texto em conjunto. Conversamos sobre o que cada um gostaria de escrever e, depois, montamos o esqueleto de um texto cujas partes foram divididas. É a primeira vez na História de Klepsidra que a maior parte de seus membros se unem no esforço de criar um único texto. Isso é excelente para o leitor, que poderá desfrutar de diversos pontos de vista acerca de um mesmo tema. Porém, é necessário que se explique que, pelo fato de cada parte ter sido escrita por um autor, há estilos diversos de escrita dentro do texto; fato que não deve, em hipótese alguma, comprometer sua qualidade. Gostaríamos de deixar
claro que,
apesar das diferentes visões, e dos tons críticos, todos
os membros desta Revista são integralmente contra os atos de
violência
empregados contra os EUA e contra o Afeganistão, produtos da
intolerância.
Isto, entretanto, não nos força a seguir discursos
vigentes
defensores de qualquer um dos lados, de seus métodos ou recursos.
Danilo José Figueiredo e Gabriel Passetti
Continuação
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![]() 11 de março de 2002: 6 meses depois dos atentados, Nova York acende canhões que lembram "torres fantasmas" ![]() O espaço ocupado anteriormente pelas Torres Gêmeas, agora denominado Marco Zero ![]() ![]() |
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| 11 de Setembro, de Noam Chomsky |
11 de Setembro, uma terrível farsa, de Thierry Meyssan |
The lies of George W. Bush, de David Corn |
Stupid white men - uma nação de idiotas, de Michael Moore |