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Getúlio e o Povo - Prestes e o Povo Larissa Kashina
Rebello da Silva
Graduanda em História - USP larissa@klepsidra.net |


Introdução:
O presente trabalho
pretende discutir o uso dirigido de fotografias da “Era Vargas”, desde
propaganda e documentação policial do governo, à propaganda e a imagem
dos
grupos considerados subversivos, como os comunistas, anarquistas, em
geral, e a
Aliança Nacional Libertadora, mais especificamente a figura de Luis
Carlos
Prestes, líder oposicionista ao governo de Getúlio Vargas.
A estrutura do trabalho
consiste de uma breve contextualização histórica do governo varguista e
seus
opositores, uma discussão teórica a respeito dos usos que se pode fazer
da
fotografia, e análise documental das fotografias apresentadas, à medida
em que
o contexto as sugere.
A documentação primária tem como fontes: Arquivo do Estado/Proin,
e CPDOC/FGV, .
Na
América do Sul, a esquerda é o proletariado e os camponeses, e a
direita, os
fazendeiros, industriais e imperialistas, enquanto a burguesia oscila
entre as
duas posições. Em um momento de
influência da III Internacional Comunista, na metade da década de 1920, surge um movimento revolucionário, que no
entanto, é dialético, porque democrático burguês. A Aliança Liberal,
era a
articulação revolucionária que derrubaria o governo Washington Luís.
Foi
considerada reacionária pelo PCB. Com base nas resoluções do III
Congresso
partidário (dezembro de 1928-janeiro de 1929)[1]
argumentaram que o Brasil era um país semi-Colonial e
semi-escravocrata, com os
capitais agrários e industriais dependendo-se cada vez mais.
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| “Combatentes em
torno de uma peça de
artilharia após um dos
combates
travados na região de Medeiros (PR),
entre novembro de 1924 e janeiro de 1925.”[4] |
Prestes com outros membros da “Coluna Invicta”[2] em Gaiba, Bolívia, 1927[3] |
À
esquerda: Note-se que os combatentes, tenentistas, são, na maioria
negros, e
têm poucos recursos. Estão apeados em um matagal, que não se distingue
onde é,
longe dos salões da cidade.
À
direita: Após uma “marcha pelo Brasil de 25 mil quilômetros, durante
dois anos
e três meses”[5],
a Coluna Prestes parte em exílio para a Bolívia. Prestes pousa com seus
companheiros em lugares muito simples. Sua idéia era mostrar que era um
homem
do povo, no entanto, é claro que os líderes da Coluna eram de classe
média,
intelectualizada; veja que todos estão bem vestidos, com bombacha. As
armas
(atrás), queriam mostrar ao inimigo, que estavam preparados para lutar,
assim
como na foto à esquerda.
A campanha eleitoral foi iniciada em julho
de 1929.
Getúlio Vargas candidatou-se pela Aliança Liberal, apoiada por Minas
Gerais e
Rio Grande do Sul, opondo-se à chapa de Júlio Prestes, de São Paulo,
com apoio
da Paraíba e dos industriais paulistas, que queriam a manutenção do
atual
governo.
Luis Carlos Prestes, junto com a Classe
Operária,
rompeu oficialmente com a Aliança Liberal, tenentista, em agosto de
1930,
contra o imperialismo e o fascismo.
A Revolução de 1930 foi
uma revolução burguesa, para o fortalecimento do capitalismo no Brasil,
contra
o controle estatal na economia, de modelo exportador. A burguesia
estava muito
ligada aos ingleses, e americanos, que estavam chegando ao auge do
domínio
econômico mundial.

Vargas
sempre ligou sua imagem à de um
gaúcho típico, do campo, que usa bombacha, toma chimarrão, luta em
batalhas
campais e reverencia a família: note-se que a maior parte das pessoas
aí
retratadas são mulheres, que naquela época não discutiam política,
apenas faziam
o papel social nas festas burguesas. A bandeira do Brasil dá o tom
nacionalista
à imagem do governo. A fotografia não mostra nenhuma identificação com
os
combatentes tenentistas (grupo através do qual Vargas lançou-se na política).
O Partido Democrático,
constituído em 1926 era contra o governo Washington Luís e apoiava a
Aliança
Liberal. Entre 1925 e 26, houve uma
queda no preço do café de 20%. À partir daí passou-se a investir mais
na
indústria têxtil que, porém, tinha como concorrência a Grã-Bretanha,
que fez um
“dumping” para acabar com a produção nacional. Para retomar a
indústria, o
Partido Republicano Paulista, ligado aos industriais paulistas, apoiou
o
governo Washington Luís, conseguindo um reajuste tarifário.
As manifestações políticas davam-se ou institucionalmente pelo Partido Democrático, ou pela violência das revoluções de 1922, com o episódio dos 18 do forte, contra a candidatura de Artur Bernardes, de 1924, com mais complexidade ideológica, de 1926 com a Coluna Prestes, que clamava por direitos individuais e o controle de informações pelo governo, de 1930 e 1932. Todos estes movimentos eram liderados pelos tenentistas, que tinham unidade mínima e tinham uma inclinação militarista.
Na plataforma eleitoral da Aliança Liberal
havia
algumas novidades, como promessas ao operariado: lei de férias, salário
mínimo
e resolução do problema siderúrgico, não do ponto de vista da
indústria, mas da
segurança nacional. Até então, durante a República Velha nunca se
tinham feito
propostas com relação ao proletariado.
Em 1935 foi firmado um acordo de venda de
café para
os EUA.
“O “elitismo” tenentista se revelou, desde
logo, na
estratégia revolucionária: a insurreição desligada das classes
populares”[7].
Os tenentistas no poder assemelhavam-se muito com o governo de Luis
Bonaparte,
que não privilegiava os camponeses, mas precisava deles para apoiá-lo.
O tenentismo cinde-se no momento de
aceitação ou não
da Aliança Liberal, que apoiava a candidatura de Getúlio Vargas. Luiz
Carlos
Prestes, que era da facção mais radical opõs-se à aliança com Getúlio,
pois
achava que o novo governo seria apenas uma troca de homens no poder,
ainda
respondendo aos interesses das oligarquias. Segundo ele, o governo a
surgir
tinha que ser realizado pelas massas trabalhadoras.

“Na companhia
de Oswaldo Aranha, Getúlio saúda,
da sacada do
palácio, a
multidão reunida em sua homenagem.
Rio de
Janeiro, 31 de outubro de 1930.”[8]
Vargas,
na sacada do Palácio do Governo no Rio de Janeiro, supostamente saúda a
população que o aclama
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| Juan
Domingo Perón, 06-1974 Diante de uma multidão na Plaza de Mayo[9] |
Adolf
Hitler, 02-1936, no 3º aniversario como chanceler. Estão presentes, 35.000 tropas da S.A[10]. |
Vargas
se espelhou na propaganda nazi-fascista, pois queria ter a popularidade
Hitler.
Vargas
e Perón ficaram na História latino-americana
como exemplo de líderes populistas.
Os tenentes passaram a servir aos
desígnios de Vargas
para neutralizar o poder político das oligarquias, mas não para
realizar
mudanças estruturais. Existia pouca coerência entre o grupo. Oscilavam
entre
parcerias com oligarquias e projetos populistas urbanos.
“Quando o tenentismo
tentou se impôr, como movimento autônomo, sofreu um processo de
corrosão que o
atacou por todos os lados: pelas oligarquias, pelo Poder Central e
pelas Forças
Armadas.
O Movimento dividiu-se essencialmente em
dois grupos
opositores: a Aliança Nacional Libertadora, dos esquerdistas e a Ação
Integralista, dos direitistas, entre 1934 e 1935.
Veja uma acusação: “O Diário Nacional
(26-02-31;
20-02-31; 10-02-31; 05-05-32(...) acusa o PD de fomentar o
descontentamento dos
lavradores no interior(...) Não há criar-lhe rótulos segundo as regras
do
Soviet. O Clube 3 de Outubro, dando de ombros para o Brasil, equiparado
a um
deserto de homens e de idéias e voltando-se para o Kremlin dos sovietes
(...).”[11].

Recorte
de jornal apreendido
Proin-489v1-10
Em praça pública, este é um
movimento comunista (bandeira soviética à esquerda),Os
descontentes
retratados estão prestando atenção, provavelmente à um discurso. Os
integrantes
são de maioria branca e usam terno e gravata; não se
separava a imagem do comunista e do burguês;.
não há conflito aparente. É provável que o fotógrafo fizesse parte da
organização, que depois foi delatada, pois não existe conflito aparente.
Para frear este forte movimento
oposicionista,
foi criada em 10 de janeiro de 1933, a Delegacia Especial de
Segurança Política e Social
(DESPS), posteriormente chamada de DOPS, com o objetivo de identificar
e coibir
comportamentos políticos divergentes, considerados capazes de
comprometer
"a ordem e a segurança pública". Sua função era localizar indivíduos
suspeitos, fichá-los e prendê-los, após investigações em locais
suspeitos.
|
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| Suspeitos eram numerados a caneta- Proin-3840v7-2 | Prontuário/registro de detenção-Proin-2018-2 |
À
direita: “Isaltino Veiga dos Santos. Entrada Policial: Aliança Nacional
Libertadora. (...) Fundador da Federação Nacional dos Negros do Brasil.
Diz-se
que fundou esta entidade com o intuito de arrastar seus adeptos para a
Aliança
Nacional Libertadora(...) redigiu muitos boletins subversivos, os quais
foram
distribuídos em bairros desta capital. Assinou com Miguel Costa, Cel.
C.
Colombo de Mello Matos, Caio Prado Jr., José Maria Gomes e Waldemar
Rangel
Belfort de Mattos o manifesto “Frente Popular pela Liberdade”. Foi
preso(...)
depois do movimento subversivo de 1935. Foi posto em liberdade em 24 de
dezembro de 1936.”
Este
é um exemplo de prontuário da Polícia Política, e sua forma de
identificar os
detidos.
As atividades da Polícia Política
intensificaram-se
ainda na década de 1930, sob o pretexto de combater manifestações
perturbadoras
da ordem. O rápido crescimento da Aliança Nacional Libertadora
justificou a promulgação,
em abril de 1935, da Lei de Segurança Nacional, definindo crimes contra
a ordem
política e social. Em seguida, a revolta comunista de novembro serviu
para
justificar o aumento da ação repressiva contra todos aqueles que
possuíssem
vínculos reais ou presumidos com o Partido Comunista do Brasil e o
comunismo
internacional.
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Estes
são alguns exemplos de prontuários. Não havia um critério único de
identificação.
A
maior parte dos presos era de origem estrangeira, ou do interior de São
Paulo;
poucos provinham da capital. Era mais comum que estes distribuíssem
panfletos
considerados subversivos.
“Assim, a década de 30, principalmente em
sua
primeira metade, quando a repressão policial se tornou cada vez mais
violenta,
foi de intensa mobilização sindical, tanto operária, como por parte das
baixas
camadas da classe média.”[13]

Comício
da ANL (RJ, 1935)[14]
Algumas
dezenas de pessoas de classe média no centro do Rio de Janeiro escutam
o
comício de Prestes (de branco) muito compenetrados. Não havia alarde.
Provavelmente esta foto foi tirada por alguém da ALN, a título de
documentação,
pois não há dramatização do cenário: mostram que podiam discutir uma
questão
popular sem conflitos. Mais uma vez, Prestes está em posição altiva de
liderança. O próprio PCB, o qual Prestes passou a integrar em 1934,
preocupava-se com a proeminência de sua figura.
Vargas criou em dezembro de 1939, o
Departamento de
Imprensa e Propaganda, que executava todos os serviços de propaganda
dos
ministérios e do governo. O DIP também organizava homenagens a Vargas,
e
cuidava de sua imagem política. Era um instrumento de promoção pessoal,
de sua
família, e de outros políticos.
“O DIP tornou-se o
órgão coercitivo máximo da liberdade de pensamento e expressão durante
o Estado
Novo e o porta-voz autorizado do regime.”[15]
Este órgão centralizava e coordenava a propaganda do governo e era
também um
serviço de informações e censura. Apoiava a produção de filmes
educativos e
colaborava com a imprensa estrangeira para evitar que entrassem
informações
nocivas ao país (sub entende-se: comunistas e anarquistas). Organizava
festas e
manifestações patrióticas.
Rapidamente, a
propaganda do DIP criou
a imagem e o jargão de que Vargas era o “Pai dos Pobres” o que ajudou a
consolidar em pouco tempo o poder do ditador.
O DIP também era
responsável por
distribuir a fotografia oficial do presidente nas repartições públicas,
em
colégios, clubes, estações ferroviárias, casas comerciais, etc.
www.cpdoc.fgv.br/nav_fatos_imagens/htm/fatos/dip.htm
A legenda diz: "É preciso plasmar na cara virgem, que é a alma da
criança, a alma da própria pátria - (Getulio Vargas)"
Por outro lado, as
relações do DIP com
a imprensa caracterizaram-se sempre pela ocorrência de numerosos
atritos. A razão fundamental
do descontentamento dos jornais,
que haviam apoiado a Aliança Liberal, com o novo regime, foi que a
Constituição
de 1937 aboliu a liberdade de expressão.
Registrou-se um dos casos mais notórios de intervenção em jornais, em
março de
1940, com a invasão pela polícia de O Estado de S. Paulo, que
permaneceu sob intervenção do DIP até o
final
do Estado Novo.
A repressão fez surgir nessa época, uma
imprensa
clandestina que publicava jornais, folhetins e tablóides. Era o caso do
tablóide carioca Liberdade, que denunciava a censura.
![]() Arquivo do Estado/Proin-3840v1-1 |
Acima à esquerda: “(...) apreensão do
conhecido vespertino, A Platéia,
que defende
Acima à direita, uma matriz tipográfica,
enrustida em valise, de um jornal
clandestino apreendido.
Acima à direita: resultado de busca
realizada em local suspeito: encontrados
jornais em língua estrangeira, livros, fotografias, e uma matriz
tipográfica
(sobre a cadeira).
À esquerda, os jornais foram organizados
metodicamente para que sua
quantidade fosse identificada, à direita não, para dar impressão de
naturalidade; no entanto, o jornal, um panfleto e a fotografia foram
apoiados,
na vertical, para que pudessem ser vistos frontalmente. Todo o material
foi
aglomerado junto, para caber em uma só fotografia.
Com a vitória dos
aliados na Guerra,
começou uma forte pressão popular por liberdade de expressão, e o DIP
foi
extinto em 25 de maio de 1945, quando Vargas mudou sua orientação
política para
apoiar o governo norte-americano.
Concluindo, pode-se
dizer que as
fotografias são provas documentais feitas por cada grupo político
envolvido na
História. Imagens propagandísticas de Vargas podiam ser mostradas por
líderes
oposicionistas para mostrar sua falsidade ideológica, e fotografias da
Coluna
Prestes, tiradas pelos próprios integrantes foram encontradas pela
polícia, e arquivadas,
para que o grupo fosse preso quando encontrado. Os arquivos, tanto
oficiais
quanto dos comunistas, foram mantidos, pois eram a propaganda de cada
um.
Portanto, não podemos
dizer que a
fotografia é uma ilustração apenas, mas um documento que nos permite
cotejar
com o texto, por exemplo, e avaliar por que foi tirada, ou se o texto é
legítimo, porque a fotografia nos mostra detalhes extra-oficiais.
As fotografias dos
prontuários nada
dizem se não estiverem com a descrição do suspeito, pois são apenas
imagens
identificatórias tiradas dentro do DOPS; mas se a polícia tivesse fotos
de
determinada pessoa correndo com a bandeira soviética, ou com uma matriz
tipográfica, por exemplo esta já seria uma prova que dispensaria
qualquer
processo, e qualquer texto de apresentação. De qualquer forma, o DOPS
teria
marcado a ferro e a fogo que fôra capaz de capturar “sujeitos
perigosos à
nação”, pois têm provas! Além disso, o fato da polícia ter a sua foto é
muito
ameaçador e coage outros crimes, e o autor fica no anonimato.
As fotografias dos
prontuários são
uma representação do real, têm forte índice icônico e indicial; são e
pretendem
ser um documento do real. Já as fotografias dos grupos liderados por
Luis
Carlos Prestes e as fotografias de Getúlio Vargas, são representações
do real:
nenhuma das fotos apresentadas provam que aquela era a realidade
constante de
ambos: a viagem à Bolívia poderia ter durado um dia, Getúlio pode ter
ido à
sacada somente aquela vez, mas as imagens estão disponíveis, e como
fotografias,
têm supostamente o mais alto teor de verdade, que ninguém pode
contestar. Para
a posteridade, a “Segunda Realidade”[16],
documento do passado inacessível, é a que permanece. Se não pudéssemos
basear-nos em outros registros, como os textuais, pensaríamos que
Getúlio
gostava de crianças, e que Prestes vivia numa casinha de sapé.
Vargas e Prestes podiam
fazer
imagens de associação direta, simbólica, pois a recepção de imagens
varia com o
repertório cultural: a classe média contentava-se em fazer uma
associação
mental, concluindo que sua família estava protegida. Prestes, podia
apenas
mostrar a casa em que ficou hospedado na Bolívia, e ganharia a adesão
de
qualquer agricultor de baixa renda.
Nas investigações
policiais, o
ambiente era mudado para ser melhor visualizado na fotografia. O
conceito de
retrato da realidade era mais genérico do que é hoje, época em que se
exige a
verdade como ela ocorreu, e que, até o presente é impossível.
Bibliografia
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censura e
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http://www.cpdoc.fgv.br/nav_fatos_imagens/htm/fatos/dip.htm
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HERNANDEZ, Leila M.G., Aliança Nacional
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PRESTES,
Anita Leocádia, Luis Carlos Prestes e a Aliança Nacional Libertadora,
Petrópolis, Vozes, 1998
www.unmodelosocial.freeservers.com/PERON
www.fcit.coedu.usf.Edu/holocaust/gallery/87892.htm
[1] FAUSTO, Boris, A Revolução de 1930, São Paulo, Brasiliense, 1972, Pp. 15.
[2] PRESTES, Anita Leocádia, Luis Carlos Prestes e a Aliança Nacional Libertadora, Petrópolis, Vozes, 1998, pp. 11.
[3] BRANDÃO, Ana Maria, A Revolução de 1930 e seus antecedentes, FGV/CPDOC, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1980.
[4] BRANDÃO, Ana Maria, Idem, pp. 55.
[5] PRESTES, Anita, Idem, pp. 10.
[6] BRANDÃO, Ana Maria, Idem, pp. 135.
[7] FAUSTO, Boris, Idem, pp. 65.
[8] BRANDÃO, Ana Maria, Idem, pp. 193.
[11] FAUSTO, Boris, Idem, pp. 73.
[12] Proin: 4538_1/27_1/80_1/205_1/364_1/555v.3_1
[13] HERNANDEZ, Leila M.G., Aliança Nacional Libertadora-ideologia e ação, Ed. Mercado Aberto, Porto Alegre, 1985, pp.23.
[14] PRESTES, Anita, Idem, pp. 84, reprodução de Gilson Ribeiro.
[15] ARAÚJO, Rejane, DIP: Um instrumento de censura e propaganda do Estado Novo, in:CPDOC-FGV: http://www.cpdoc.fgv.br/nav_fatos_imagens/htm/fatos/dip.htm
[16]
KOSSOY,
Boris, Realidades e Ficções na Trama Fotográfica, Cotia, Ateliê
Editorial, 2002,
pp. 37.