ANO V

Janeiro - Março 2005
ISSN 1677-8944
Nº 23




    Klepsidra inicia, nesta edição, a publicação de um longo dossiê de Larissa Kashima Rebello da Silva sobre a colonização da Amazônia Legal por migrantes gaúchos durante a ditadura militar. Acompanhando-a, a pesquisa de três professores da UFMS (Luiz Carlos Batista, Carlos Martins Jr. e José Carlos Ziliani) analisa e exemplifica os tipos de colonização do Mato Grosso do Sul, em especial na região de Batayporã.
    Contando também com mais uma rica contribuição de Fabiano Vilaça dos Santos, esta edição entra em outros temas polêmicos, como as influências contemporâneas para a escrita de textos religiosos e a teoria da pós-modernidade.
    Da história antiga ao período negro da ditadura brasileira, Klepsidra se mantém aberta para os mais diversos estudos e disposta a publicar o que há de novo e interessante sendo produzido nas universidades brasileiras, levando as novas pesquisas ao grande público da internet.
    Desejamos a todos uma boa leitura e paciência, pois em breve chegará a segunda parte da análise sobre a ocupação da Amazônia.

 

Equipe de Klepsidra


 



 Dividido em três partes, A migração dos trabalhadores gaúchos para a Amazônia Legal (1970-1985), discute, em sua primeira parte - A questão agrária no Rio Grande do Sul, os processos de ocupação territorial que levaram à concentração fundiária e à especificidade da colonização européia naquela região do Brasil. Geopolítica, economia, expansão e territorial e exclusão foram os ingredientes desta história.





 
Fabiano Vilaça dos Santos apresenta aos leitores de Klepsidra um dos materiais mais ricos e menos estudados do Arquivo Nacional, o Fundo Marquês do Lavradio, fonte diferenciada para a história da administração colonial em virtude da atuação do marquês, suas redes de alianças políticas na Corte e na colônia, bem como suas observações e críticas aos projetos provenientes de Lisboa.






 São bastante antigas as discussões sobre a História por trás dos textos fundamentais das religiões judaico-cristãs e as influências de sociedades e culturas contemporâneas suas. Em "A influência da epopéia de Gilgamesh na escrita do Gênesis", Eric Thomas Follmann discute as aproximações entre aquela que é considerada a mais antiga obra literária da humanidade, a Epopéia de Gilgamesh, originária da Mesopotâmia, e os escritos hebreus do século VII a.C., principalmente o Gênesis.
  




  Em paralelo aberto com A migração dos trabalhadores gaúchos para a Amazônia Legal (1970-1985), cuja primeira parte é publicada nesta edição de Klepsidra, "Resgate e construção da memória e da história da colonização do sudeste de Mato Grosso do Sul" apresenta pesquisa elaborada na cidade de Batayporã sobre os estilos de colonização e as maneiras pelas quais ocorreu a ocupação do Estado do Mato Grosso do Sul.
 




 Em "A modernidade da fusão social pela solidificação individual", Luciano Vieira Francisco resenha o livro "Modernidade líquida", de Zygmunt Bauman, sociólogo polonês e um dos principais expoentes da teoria da  pós-modernidade.




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