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A Guerra Civil revista em um mundo em guerra:
"Cold Mountain" (2003)

Gabriel Passetti
Doutorando em História Social - USP
Bolsista Capes

passetti@klepsidra.net

 

 

Cento e quarenta anos separam a Guerra Civil Norte-Americana (ou Guerra de Secessão) da produção hollywoodiana Cold Mountain, uma adaptação cinematográfica de 2003 do romance homônimo de Charles Frazier, publicado originalmente em 1997. Este artigo procura identificar como a obra, retratando a Guerra Civil, comenta as guerras do presente e confirma alguns mitos estadunidenses.

 

 

Os precedentes da Guerra Civil

 

Nas décadas anteriores à Guerra Civil, o sistema político dos EUA vivia um delicado equilíbrio de forças entre os chamados Estados do Norte e do Sul. Entre vários pontos de tensão – impostos, controle do governo federal sobre os Estados, alfândegas, infra-estrutura – um certamente ganhou notoriedade e foi transformado historicamente no centro da oposição Norte-Sul: a escravidão negra.


Tamanho peso dado à escravidão como divisor de águas e culturas nos EUA em meados do século XIX se deu principalmente porque os Estados “sulistas” (em especial Virginia, Maryland e as Carolinas) eram agroexportadores e utilizavam largamente a mão-de-obra escrava negra. Para parte dos políticos e produtores do Norte, a escravidão era uma concorrência desleal dos produtores do Sul contra os pequenos produtores brancos e livres do Norte. Com a corrida para o Oeste, a disputa se acirrou, pois a permissão ou não da escravidão nos novos Estados significava a ampliação da área de influência dos grupos políticos e produtores.


A oposição ao sistema escravista por parte do Norte, entretanto, não significou que esta estivesse abolida entre os “nortistas” e muito menos uma clara oposição econômica entre as regiões. O que se via naquela época era um sistema bastante eficiente no qual os bancos nortistas financiavam a produção no Sul, que a exportava a partir da marinha mercante do Norte.


Fonte: Atlas da História do Mundo. São Paulo: Folha de S. Paulo, 1995.

 

Após décadas de controle político “sulista” sob o governo federal, houve gradativamente um fortalecimento do Norte e a retomada de antigas discussões políticas em torno da autonomia dos Estados dentro da federação que constituía os EUA. Diversos Estados questionavam a força da União e sua ingerência em assuntos internos, em especial no tocante à criação de impostos de importação e exportação, vistos como defensores da incipiente indústria “nortista” (em geral), mas que indiretamente prejudicavam os interesses dos agroexportadores “sulistas” (principalmente).


Para entender os desafios da política norte-americana e os embates que levaram à Guerra Civil, é interessante retornar ao ano de 1803, quando o governo federal comprou o extenso território da Louisiana do governo francês. Aqueles vastos territórios, tidos como desocupados – afinal, para aqueles homens, o que eram os indígenas? – passaram a ser o centro de uma disputa entre projetos político-econômicos que opunham pequenos proprietários (geralmente do Norte) a grandes latifundistas (usualmente oriundos do Sul).


Procurando apaziguar os ânimos e equilibrar politicamente as forças econômicas, foi estabelecido o que ficou conhecido como “o comprimisso do Missouri”, proibindo a escravidão nas grandes planícies (Kansas, Iowa, Minnesota, Nebraska) e a permitindo no Estado do Missouri.


A tensão político-econômica caminhava lado-a-lado com o expansionismo geográfico e a década seguinte ficou marcada pela guerra contra o México e a anexação de metade do território daquele país (1846-48). A adição de novas terras à área dos EUA instigou novas disputas quanto a autorização ou não da escravidão nos novos Estados e um novo “compromisso” surge, o “compromisso de 1850”.


O novo apaziguamento procurou agradar aos escravistas com o fortalecimento da Lei dos Escravos Fugitivos – autorizando a caça aos fugitivos até em Estados não-escravistas – e estabelecendo que Novo México e Utah ainda não seriam Estados, mas apenas territórios federais e, portanto, não decidiriam nada a respeito de escravidão. Com relação à Califórnia, seus cidadãos poderiam decidir livremente a questão.


Uma política de “cotas” escravistas dividiu os novos Estados, sendo que não eram escravistas Vermont, Ohio, Indiana e Illinois, enquanto que Kentucky, Tennessee, Arkansas e West Virginia surgiram escravistas. Após a guerra com o México e intensas negociações, os EUA anexaram o Texas como um novo Estado, também escravista.


Resumidamente, podemos afirmar que a configuração política e econômica estadunidense na década de 1850 apresentava uma oposição em torno da questão da escravidão e da pequena propriedade que opunha os seguintes Estados.

 

Norte/anti-escravista

Sul/escravista

Indefinidos

Nova York

Carolina do Sul

Califórnia

Nova Jersey

Carolina do Norte

Novo México

Massachusetts

Virgínia

Utah

Connecticut

Maryland

Nebraska

New Hampshire

Delaware

Kansas

Maine

Geórgia

Washington

Pensilvânia

Flórida

Oregon

Rhode Island

Alabama

Nevada

Michigan

Mississipi

 

Wisconsin

Louisiana

 

Minnesota

Missouri

 

Iowa

Texas

 

Illinois

West Virginia

 

Indiana

Arkansas

 

Ohio

Tennessee

 

Vermont

Kentucky

 

 

Como se vê, a polarização tomava conta da política e da economia estadunidense na década de 1850 e a tensão apenas aumentou com um proposta do Senador Stephen Douglas, em 1854, para que os Estados a Oeste do rio Missouri pudessem optar livremente pela escravidão, passando por cima do “Compromisso do Missouri” e possibilitando o desequilíbrio de forças. As disputas logo esquentaram – houve inclusive conflitos armado entre legisladores estaduais do Kansas e de Nebraska – e a proposta foi abandonada.


Fonte: Atlas da História do Mundo. São Paulo: Folha de S. Paulo, 1995.Porém, a situação parecia caminhar para um ponto de inflexão e intransigência no qual “consensos” e “conciliações” não eram mais possíveis, em especial com a rápida ascensão econômica do Norte em oposição à tradicional força política dos estados escravistas. A situação chegou a um ponto de intransigência durante a campanha eleitoral de 1860 e a conseqüente vitória de Abraham Lincoln, do Partido Republicano.


Pouco após a eleição de Lincoln, em 20 de dezembro de 1860, o Poder Legislativo do Estado da Carolina do Sul revogou a ratificação da Constituição dos EUA e sua adesão à União, declarando-se Estado Livre. Iniciada a rebelião, outros seis Estados – Texas, Louisiana, Mississipi, Alabama, Geórgia e Flórida – aderiram à insurreição e começaram a organização de um novo governo, de oposição à União e escravista.


Lincoln ainda procurou conter os ânimos, ao afirmar, em seu discurso de posse, que o governo federal jamais atacaria o direito de propriedade – eufemismo jurídico para a escravidão: “Parece existir, entre o povo dos Estados sulinos, a apreensão de que, pela acessão de uma administração Republicana, sua propriedade, sua paz e sua segurança pessoal correrão perigo. Nunca houve uma causa razoável para esse tipo de apreensão”[1].


Sabendo que a insurreição sulina apenas crescia, Lincoln acrescentou ameaças aos insubordinados: “nenhum Estado, por sua própria iniciativa, pode legalmente sair da União; que as ordenações e resoluções neste sentido são juridicamente nulas, e que os atos de violência, dentro de qualquer Estado ou Estados contra a autoridade dos Estados Unidos, são insurrecionais ou revolucionários”[2].


Estavam jogadas as cartas e Lincoln contava com a legalidade a seu lado. A declaração de guerra ocorreu após a ocupação de postos federais e fortes por parte de tropas sulinas, em abril de 1861, e a decorrente adesão de Arkansas, Tennessee, Carolina do Norte e Virginia à Confederação.


 

A Guerra Civil

 

Foto: DivulgaçãoDeclarada a guerra, a União contava com 2.200.000 homens alistados, (44% dos homens livres) enquanto que a Confederação reunia 800.000 (90% dos homens livres). A superioridade econômica da União podia ser expressa em proporções como: população 2,5x maior; riqueza 3x maior; malha ferroviária 2,4x maior; produção de ferro 20x maior; produção de carvão 38x maior; e produção de armas de fogo 32x maior.


Os Estados não se dividiram simploriamente a partir da oposição “escravocratas” x “anti-escravocratas”, havendo a permanência de alguns Estados escravocratas na União. A divisão foi a seguinte:

 

União (Norte)

Confederação (Sul)

Nova York

Carolina do Sul

Nova Jersey

Carolina do Norte

Massachusetts

Virgínia

Connecticut

Geórgia

New Hampshire

Flórida

Maine

Alabama

Pensilvânia

Mississipi

Rhode Island

Louisiana

Michigan

Texas

Wisconsin

Arkansas

Minnesota

Tennessee

Iowa

 

Illinois

 

Indiana

 

Ohio

 

Vermont

 

Maryland (escravista)

 

Delaware (escravista)

 

Missouri (escravista)

 

West Virginia (escravista)

 

Kentucky (escravista)

 

 

Fonte: Atlas da História do Mundo. São Paulo: Folha de S. Paulo, 1995.


Muitos produtores do Sul deviam fortunas aos bancos, às seguradores e aos transportadores do Norte e alguns aproveitaram a guerra para declarar a moratória das dívidas. Outros mantiveram a produção e dependeram do transporte nortista para o fornecimento de algodão à Inglaterra – supondo, inclusive, que a antiga metrópole os apoiaria temendo uma crise de abastecimento, prontamente contornada a partir do fornecimento de algodão pela Índia. Nenhum governo reconheceu formalmente a Confederação.


As lutas se deram no Sul, com as frentes nortistas avançando sob território desconhecido, gerando um número impressionante de mortos (360.000 na União, 258.000 na Confederação) e feridos (275.000 na União, 125.000 na Confederação), com a utilização de novas tecnologias bélicas – a primeira arma de repetição (revólver), os trens, o telégrafo e até um submarino sulista – e a completa destruição de cidades e unidades produtivas do Sul.


Apesar de a guerra ter se iniciado em abril de 1861, foi apenas em maio de 1862 que Lincoln promulgou a primeira lei que claramente se opunha aos interesses confederados (o Homestead Act[3], que permitia o assentamento de homens acima de 21 anos em pequenos terrenos em terras devolutas do Oeste) e apenas em janeiro de 1863 foi abolida formalmente a escravidão nos EUA[4].


Foto: Anthony Berger. Fonte: Wikipedia.A abolição da escravidão por Abraham Linconln e a defesa desta proposta por grande parte de políticos e produtores do Norte não significa que havia uma simpatia pelos negros ou um projeto de integração social dos ex-escravos. Durante a Guerra Civil, mais de 200.000 negros lutaram pelo Norte, mas em batalhões segregados, nos quais a comida era inferior e os médicos menos experientes.


A Guerra se encerrou em 1865 com a vitória da União e a supressão da escravidão nos EUA. Porém, levou um século para que a política de segregação racial em diversos Estados fosse encerrada, com as lutas pelos Civil Rights nos anos 1960.

 

 

A Guerra Civil por Cold Mountain

 

O filme Cold Mountain (dezembro de 2003) consumiu 83 milhões de dólares e é uma adaptação do livro homônimo de Charles Frazier, lançado nos EUA em 1997. Frazier alcançou grande notoriedade – o livro vendeu 3 milhões de cópias – ao retratar a história de um desertor do Exército Confederado, um homem que abandona as linhas de batalha para retornar à Carolina do Norte e aos braços da mulher amada. O livro é construído a partir da fuga do soldado de um hospital próximo à capital confederada (Richmond, Virginia) e relata intercaladamente a história dele e da amada.


Foto: DivulgaçãoOs produtores do filme procuraram facilitar a compreensão para o espectador norte-americano e diminuíram o ritmo pendular entre passado e presente, homem e mulher. Cold Mountain narra a história de um interiorano chamado W. P. Inman, que vivia nos sopés da Cold Mountain, na Carolina do Norte, e se apaixona pela aristocrática Ada Monroe, filha de um pastor protestante nascida e crescida na rica Charleston, Carolina do Sul.


A história contada por Frazier tocou corajosamente em um ponto delicado da História dos EUA. Baseando-se na mais recente historiografia sobre o tema, aborda o despovoamento de vilas sulinas, o uso intensivo dos trens e armas modernas, questiona o heroísmo das tropas ianques e cutuca as elites políticas. Durante a narrativa, comenta a principal batalha – a de Gettysburg (“O cemitério da nação”), em 1863, onde morreu o marido da viúva encontrada e salva pelo herói – bem como outra importante batalha – a “da cratera”, durante o cerco a Pittsburg, em 1864 – onde o filme se inicia.


Foto: National Archives. Fonte: Wikipedia.


Cold Mountain
é um manifesto contra as guerras, pois conta as transformações e os dramas não do campo de batalha, nem dos ricos fazendeiros do Sul (caso de E o vento levou...), mas da população civil dos pequenos vilarejos do interior. No filme, o mesmo tom é adotado, já na abertura, com o discurso de Ada Monroe: “Essa guerra, essa terrível guerra”.


Tanto o romance quanto o filme vieram a público em momentos em que os EUA passavam por grandes discussões envolvendo as guerras sendo, portanto, testemunhas e críticas de seus tempos. Em meados da década de 1990, quando Frazier publicou o livro, havia soldados estadunidenses saindo, entrando ou lamentando as mortes na Somália (1993-1995), em Ruanda (1994) e na Iugoslávia (1991-1995).


O caso do filme é ainda mais explícito. Lançado no Natal de 2003, ecoou uma insatisfação crescente nos EUA contra a política beligerante de George W. Bush no Afeganistão e no Iraque. Por outro lado, trabalhou em conjunto com a campanha do candidato (derrotado) democrata John Kerry, que insistiu em bater no fato de que Bush não lutou na Guerra do Vietnã e permaneceu nas tropas domésticas.


Foto: DivulgaçãoO livro já abordava e o filme fortalece ainda mais uma imagem extremamente negativa – e novamente baseada em diversos relatos da época – dos homens sulistas que não foram à guerra. Ricos, poderosos, violentos e corruptos, abusaram do poder total que concentravam nas Guardas Estaduais para impor vontades, desejos e interesses. No filme, este é o papel do vilão, Teague, um descendente de grandes proprietários – assim como o era George W. Bush durante a Guerra do Vietnã.


Foto: DivulgaçãoA crítica às guerras e suas conseqüências diretas ou indiretas é uma constante, sempre construindo paralelos com a realidade de sua época. Segundo os diretores, na Guerra Civil e nas guerras após o 11 de setembro, o povo queria a guerra (ela é saudada, no filme, com um entusiasmado “chegou a nossa guerra!”), mas depois não consegue se libertar dela e apenas convive com seus mortos e feridos (assim como tantos soldados no Afeganistão e no Iraque, muitos na Guerra Civil foram feridos pelo chamado “fogo amigo”).


O filme possui uma interpretação bastante clara dos motivos que levaram à Guerra Civil. Segundo um médico: “Vejam pelo que estes coitados estão morrendo. Quantos ainda perderão uma perna por um escravo de um rico?” (ou, “quantos ainda perderão uma perna por galões de petróleo das grandes corporações?” na versão século XXI).


Apesar das críticas contundentes, o filme não deixa de ser um grande exemplo da cultura e da sociedade estadunidense, deixando refletir seus modelos e mitos. É interessante notar o nome do personagem principal: Inman, In-man, “O homem de dentro” (do país, ou seja, do interior – o homem verdadeiro, na mítica local).


Este “verdadeiro” homem americano se apaixona e concilia os dois extremos (brancos) do Sul: o desbravador do campo e a aristocracia urbana. A personagem de Ada Monroe é igualmente emblemática, pois concilia a tradição (suas vestes a associam à Scarlett O’Hara de E o vento levou..., um clássico da Guerra Civil) e modernidade (ela liberta os escravos de sua fazenda durante a guerra).


Fotos: Divulgação


Inmam é o homem que faz o que é certo (dentro dos conceitos estadunidenses). Vai para a guerra quando esta o chama, mas também sabe o momento de parar e, baseado em seus conceitos individuais, julgar o correto e o certo e voltar para sua amada. Ele está em uma guerra civil, mas não rouba, não assalta, não estupra, não mata injustamente e ainda julga os pecadores. Inman não tem paternidade conhecida, se sacrifica (pelo país, pela liberdade), tem sua Madalena (na cabana do traidor), peregrina e... ressucita! Inman quase é Cristo. Segundo Ada Monroe: “Há dias agora em que consigo não pensar em você, quando as carências da fazenda são mais urgentes que as do coração. Nesta época do ano há muita vida por toda parte. Eu vejo você em tudo, como se estivesse voltando para mim. Se você pudesse nos ver agora, nesta Páscoa, em Black Cove, saberia que cada passo de sua jornada valeu a pena”.


Foto: DivulgaçãoO herói de Cold Mountain é o protótipo do americano correto, mas também é o marco de uma guerra que, para os EUA, “precisava acontecer”. Novamente, segundo Ada, “o que perdemos nunca nos será devolvido. A terra não terá cura. Podemos apenas ficar em paz com o passado e tentar aprender com ele”. Inman é visto como um americano que fez parte de uma geração em que americanos lutaram contra americanos, em que o sangue, a barbárie, a ignorância, a violência e a corrupção entraram em luta e contaminaram a todos. Esta geração que extirpou os vícios e preparou os EUA para serem a potência deveria ser superada por uma nova geração. Inman é claro neste sentido ao afirmar, ao final do filme, “Acho que estou acabado. Insistiram em tentar nos derrubar. Mas eu não estava pronto. Mas, se havia bondade em mim, a perdi. Se havia algum afeto em mim, eu o matei. Como podia escrever para você depois do que fiz? Depois do que vi?”.


Foto: DivulgaçãoSegundo a mitologia dos EUA, o país precisava passar pela Guerra Civil para superar suas dicotomias internas e se preparar para o século XX. Aquela geração se sacrificou e precisava morrer para dar lugar a um novo povo, rejuvenescido, forte, saudável e livre da ignorância e da falta de liberdade. Chegara a hora para a reencarnação dos EUA na nova geração, para a Páscoa estadunidense e sua ascensão aos céus, retratada, literalmente, no almoço que encerra Cold Mountain.

 




Referências Bibliográficas

 

McPHERSON, James. Battle cry of freedom. The Civil War Era. Penguin Books, 1990.


<>FONER, Eric. Reconstruction, 1863-1877. Harper, 1989.


[1] Primeiro discurso de posse de Lincoln, apud SYRETT, Harold C. (org). Documentos históricos dos Estados Unidos. São Paulo: Cultrix, p. 212.

[2] Idem, p. 213.

[3] Lei do Homestead, apud SYRETT, Harold C. (org). Documentos históricos dos Estados Unidos. São Paulo: Cultrix, p. 218.

[4] Proclamação da Emancipação, apud SYRETT, Harold C. (org). Documentos históricos dos Estados Unidos. São Paulo: Cultrix, p. 220.





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