ANO VI

Outubro - Dezembro 2005
ISSN 1677-8944
Nº 26




 Klepsidra chega a seu 26º número procurando ampliar sua gama de colaboradores, de temáticas e de abordagens historiográficas, mantendo, ainda assim, sua proposta de publicar pesquisas recentes elaboradas em cursos de graduação e pós-graduação. Neste exemplar, apresentamos interessantes revisões acerca de alguns momentos mais consolidados dentro da historiografia, como o Renascimento, a Ágora ateniense, o período aurífero na região das Minas Gerais e a escravidão negra nas Américas.

 Por outro lado, apresentamos pesquisas que procuram desvendar especificidades e temáticas ainda pouco trabalhadas na historiografia brasileira, como o cotidiano vigiado paulista no século XIX, a formação e o fazer-se da profissão de engenharia, bem como os meandros pelos quais o operariado siderúrgico passou, no século passado, ao enfrentar a enorme presença estatal neste setor.

 Esta revista se mantém ativa e comprometida a publicar as pesquisas de nossos colegas historiadores, apresentando-se sempre aberta a críticas, sugestões e contribuições.

 Boa leitura.

Equipe de Klepsidra

 



 Em São Paulo: cotidiano vigiado, Eduardo Martins trabalha com as relações de poder na então pequena cidade de São Paulo, procurando analisar a configuração geográfica e urbana e suas imbricações sociais e políticas a partir de minuciosa análise documental, identificando as formas de controle e vigília no cotidiano da população.





No início do período mineratório na Vila Rica, atual Ouro Preto, disputas econômicas e políticas envolviam todos aqueles envolvidos no recente povoamento aurífero. Em Notas acerca das trajetórias de vida e estratégias de ação de alguns participantes da revolta de Vila Rica na primeira metade do século XVIII, Carlos Leonardo Kelmer Mathias procura identificar as estratégias e interesses pessoais dos envolvidos no citado levante.






  Em A formação da identidade e do projeto de sociedade dos engenheiros brasileiros: da marginalização política à hegemonia dentro do Estado, Maro Lara Martins procura identificar os fatores internos e externos a aquela profissão para compreender a construção de uma profissão atualmente tida como impreterível, a engenharia.





 A partir das experiências operárias na CSN, na Cosipa e na Usiminas, João Carlos Gomes escreveu
O Estado e o chão-de-fábrica: a identidade operária na siderurgia brasileira. Neste artigo, analisa as conseqüências da presença acentuada do Estado nas formas de agir, pensar e sentir dos trabalhadores destas indústrias.
  



 José Augusto Moreira Jr. constrói uma análise historiográfica sobre a questão da escravidão no Caribe e a brecha camponesa, procurando apresentar as formas com que os negros trazidos da África para a América procuraram lidar no cotidiano com a escravidão.
  



 A Ágora e, dentro dela, a Ácrópole, são provavelmente dois dos símbolos mais fortes da Antigüidade Clássica para a contemporaneidade. Em A Ágora de Atenas: aspectos políticos, sociais e econômicos, Gláucia Rodrigues Castellan procura identificar os usos deste fundamental espaço público daquela cidade-estado grega.
  



 Em A problemática e a periodização do Renascimento, Camila Rodrigues procura apresentar as principais discussões historiográficas acerca da definição, da importância, da duração e da periodização da Renascença Européia, movimento tido tradicionalmente como o divisor entre a Idade Média e a Moderna.


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